Relatos de quem passou pelo processo.
Cada família chega com uma situação diferente. Estes são relatos reais de quem organizou apoio domiciliar com a Andorinha em Juiz de Fora.
← Voltar ao inícioO que as famílias encontraram
Mariana Rodrigues
São Paulo, SP — filha
"Minha mãe mora em Juiz de Fora e eu estou em São Paulo. Tentei organizar sozinha por quase um ano e não conseguia. A Andorinha fez a triagem, apresentou a assistente, e eu fiz a entrevista por videochamada. Em três semanas estava tudo funcionando. O recado por escrito depois de cada visita faz diferença quando você está longe."
junho de 2025
José Ferreira
Juiz de Fora, MG — filho
"Contratei a semana de cobertura quando precisei viajar a trabalho por alguns dias. Meu pai ficou bem acompanhado e eu recebi nota todo dia. No início achei o preço alto para sete dias, mas quando comparei com o estresse de ficar ligando a cada hora para saber como ele estava, valeu a pena."
maio de 2025
Claudia Ribeiro
Juiz de Fora, MG — neta
"Comecei com a visita de conversa porque não sabia o que minha avó precisava. A coordenadora veio, ouviu, e trouxe um texto com o que ela viu. Foi útil. Continuamos com as visitas semanais há seis meses. Minha avó gosta da assistente — já pergunta quando ela vem."
julho de 2025
Ana Souza
Belo Horizonte, MG — filha
"O que mais me preocupava era substituição. Antes da Andorinha, toda vez que a assistente faltava, eu precisava resolver tudo de BH. A coordenação cuida disso agora. Houve uma troca em quatro meses de serviço e eu só precisei aprovar a nova pessoa. Não precisei ligar para ninguém nem me preocupar com o processo."
junho de 2025
Paulo Teixeira
Juiz de Fora, MG — esposo
"Minha esposa precisava de companhia nas tardes. Ela não queria ninguém da família — queria uma pessoa de fora, que não conhecesse nossa história. A Andorinha entendeu isso desde a primeira ligação. A assistente vem, conversa, ajuda com o almoço, e vai embora sem criar situação. Simples como precisa ser."
julho de 2025
Beatriz Lopes
Rio de Janeiro, RJ — sobrinha
"Eu estava no Rio e não tinha condição de visitar minha tia com frequência. A visita de conversa ajudou minha família a decidir que a tia precisava de presença regular, não de internação. Hoje ela está em casa com as visitas semanais. O processo foi mais simples do que eu esperava."
maio de 2025
Como três famílias chegaram a um arranjo
Família que morava em outro estado
a situação
Três filhos morando em São Paulo e Rio de Janeiro. Mãe idosa vivendo só em Juiz de Fora, sem parentes próximos na cidade. As visitas dos filhos eram esporádicas. A casa estava sendo mantida, mas a companhia era inexistente.
o que foi feito
Visita de mapeamento com a moradora e uma das filhas por videochamada. Arranjo de duas visitas semanais com a mesma assistente. A filha mais velha foi à entrevista presencialmente na primeira semana.
depois de três meses
A moradora passou a ter companhia regular. A família recebe o recado depois de cada visita e não precisa ligar toda semana para verificar. O arranjo já completa dez meses sem mudanças.
Casal que precisava de descanso
a situação
Casal cuidando do pai idoso há dois anos sem nenhum intervalo. Queriam tirar uma semana de férias juntos, mas não encontravam solução de confiança para o período.
o que foi feito
Semana de cobertura agendada com três semanas de antecedência. Reunião de passagem com o casal e o pai antes da viagem. A assistente ficou dez horas por dia, cuidando da casa, da alimentação e da companhia.
resultado
O casal viajou e recebeu nota diária. O pai ficou bem em casa. O arranjo foi contratado uma segunda vez para o mês seguinte. O casal passou a planejar pequenas pausas com mais regularidade.
Família que não sabia por onde começar
a situação
Família com dois irmãos dividindo informalmente a responsabilidade pelo pai idoso. Havia cansaço, mas nenhum consenso sobre o que precisava mudar. Cada irmão tinha uma opinião diferente.
o que foi feito
Visita de conversa com os dois irmãos e o pai presentes. A coordenadora ouviu os três e escreveu um resumo da situação, das dificuldades concretas e das opções disponíveis sem recomendar nenhuma em particular.
resultado
A família leu o resumo juntos e chegou a um acordo na semana seguinte. Contrataram as visitas semanais. Os irmãos dizem que a página escrita ajudou a tirar a conversa do campo emocional.
Fale com a coordenação
Telefone
+55 32 99274-6813Endereço
Rua Halfeld 826, Centro
Juiz de Fora, MG, 36010-003
Horário de atendimento
Seg.–Sex: 8h às 18h
Sáb.: 9h às 13h
O que construímos desde 2021
4
anos em Juiz de Fora
68
famílias atendidas
4,7
avaliação média
91%
arranjos com mais de 3 meses
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